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Uso de Armas Químicas na Síria

  • 18 de nov. de 2016
  • 1 min de leitura

Os ataques com armas químicas que andam acontecendo na Síria (que resultou na morte de 1430 pessoas, somente mês passado), e as muitas denúncias que estão sendo feitas desde agosto assombram a população. Mais de 20 denúncias foram feitas desde então, e a Organização para a Interdição das Armas Químicas (OIAQ) está analisando os casos. O Embaixador da Síria na Rússia acusa a "oposição moderada" síria de fazer esses ataques, e afirma que essa oposição recebe as armas de países que apoiam o terrorismo, querendo entregar provas concretas da análise das provas do solo e dos restos de munições de artilharia.

As análises preliminares indicaram que essas armas químicas que estão sendo utilizadas são fabricadas nas regiões próximas (pois o gás não é forte), são feitas de bombas de diversos produtos, podendo ser cloro (a mais simples dessas substâncias), fósforo branco, gás mostarda, sarin*, tabun**, entre outros. Essas armas não têm valor militar e não causam mal para a saúde.

Aconteceram novos ataques em Aleppo, a maior cidade da Síria, que mataram mais de 20 pessoas e atingiram uma estação de bombeamento de água. Acredita-se que essas armas utilizadas em Aleppo podem ter sido importadas.

* líquido sem cor e sem cheiro, que classificado como arma de destruição em massa na Resolução 687 das Nações Unidas.

** substância tóxica, incolor e de fraco odor, descoberto na Segunda Guerra Mundial.

Imagem 1: Fumaça na cidade de Aleppp. Fonte: Globo

 
 
 

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